A conscientização da superioridade dos objetos sobre os humanos existe desde a criação e início da sobrevivência do homem. Entretanto, mesmo sendo visualizado melhor nos dias atuais, o ego sempre se fez presente na vida humana e isso gerou o sentimento de repressão relacionado a sua inferioridade sob os objetos inanimados. É possível perceber na sociedade atual que cada vez mais o ser pensante se faz refém do objeto, aquele que torna a vida animada pela simples ideia da humanidade comportar em sua função. Ou seja, como Flusser aborda no texto e a aluna Renata em seu parágrafo, o processo de inversão da relação "homem-objeto" já se iniciou e está cada vez mais presente na sociedade. Essa prática de dependência pode ser observada na segunda fase da revolução industrial (século XIX), como observado pelo aluno Bergsthem, com a criação dos relógios. Naquele momento, o proletariado precisava viver em serventia do objeto que media seu ciclo de trabalho e lucro diário. Atualmente, a evolução tecnológica fez com que surgisse o símbolo da obediência: o celular. Visto que, sendo tão indispensável, mostra como o ser humano pode viver em função de algo: compromissos, horários, comunicação e conhecimento; toda sua rotina em um pequeno objeto portátil. Assim, a humanidade começa a acreditar e aceitar que seu comportamento cultural existe, e provém, do propósito e finalidade do objeto em sua vida.
sábado, 19 de agosto de 2017
Parágrafo sobre o texto "Animação cultural" de Vilém Flusser
A conscientização da superioridade dos objetos sobre os humanos existe desde a criação e início da sobrevivência do homem. Entretanto, mesmo sendo visualizado melhor nos dias atuais, o ego sempre se fez presente na vida humana e isso gerou o sentimento de repressão relacionado a sua inferioridade sob os objetos inanimados. É possível perceber na sociedade atual que cada vez mais o ser pensante se faz refém do objeto, aquele que torna a vida animada pela simples ideia da humanidade comportar em sua função. Ou seja, como Flusser aborda no texto e a aluna Renata em seu parágrafo, o processo de inversão da relação "homem-objeto" já se iniciou e está cada vez mais presente na sociedade. Essa prática de dependência pode ser observada na segunda fase da revolução industrial (século XIX), como observado pelo aluno Bergsthem, com a criação dos relógios. Naquele momento, o proletariado precisava viver em serventia do objeto que media seu ciclo de trabalho e lucro diário. Atualmente, a evolução tecnológica fez com que surgisse o símbolo da obediência: o celular. Visto que, sendo tão indispensável, mostra como o ser humano pode viver em função de algo: compromissos, horários, comunicação e conhecimento; toda sua rotina em um pequeno objeto portátil. Assim, a humanidade começa a acreditar e aceitar que seu comportamento cultural existe, e provém, do propósito e finalidade do objeto em sua vida.
